domingo, 19 de setembro de 2010

VOCÊ TEM ENTRISTECIDO O ESPIRÍTO SANTO DE DEUS?


"Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem.E não entristeçais O Espírito de Deus..." - (Efésios, 4:29)

Ao fazer minha devocional no dia 16 de setembro me deparei com este texto. Paulo estava exortando a Igreja de Éfeso a santidade.Recorrendo ao contexto histórico, podemos observar que Éfeso era um importante porto da Ásia Menor, localizado perto da atual Izmir.

Tratava-se de uma das sete igrejas a quem Jesus endereçou suas cartas em Ap 2-3, um fato relevante para estudar esta epístola, uma vez que ela circulou originalmente para quase o mesmo grupo de igrejas.Embora Paulo já tivesse estado em Éfeso antes (At 18.21), ele foi ministrar lá pela primeira vez no inverno de 55 dC. Lá ele ministrou por dois anos inteiros (At 19.8-10), desenvolvendo um relacionamento tão profundo com os efésios que sua mensagem de despedida a eles é uma das passagens mais emocionantes da Bíblia (At 20.17-38).

Através das epístolas a Éfeso, o Espírito Santo é revelado em um ministério bastante amplo e através do crente. E justamente no capítulo 4, há algo ao qual eu nunca havia me atentado antes. É sobre o fato que o Espírito Santo se entristece conosco quando nós, deixando de buscar a santidade, damos vazão às nossas paixões e ocupações carnais. E é interessante como Paulo sinaliza-nos que este extravazamento dos desejos carnais se dá sobretudo por aquilo que falamos.

Jesus já havia chamado atenção para este fato quando afirmou em Lucas 6 versículo 45 que "a boca fala do que o coração está cheio." São nossas palavras que revelam como um raio-X o que está dentro de nós. O que temos falado tem sido fonte de bençao ou fonte de maldição? Elas têm abençoado ou causado mágoas, decepções ou maldição para as pessoas que as ouvem?

E foi justamente o versículo 30 de Efesios 4, quando há uma clara ordem para não entristecermos o Espírito Santo que compreendi a seriedade da coisa. E fiquei a pensar: Tenho entristecido o Espírito Santo com minhas palavras? E me lembrei de como o que falamos é tão sério a ponto de Deus nos chamar a atenção para o fato de que o pecado que Deus não perdoa é blasfêmia (palavras difamadoras- saem de nossa boca) contra o Espírito Santo . Daí a seriedade e a importância de atentarmos para tudo que falamos, para tudo que pronunciamos.

Paulo parece insistir na questão do que falamos quando em Tiago capítulo 3 ele coloca que “ a língua é fogo; é mundo de iniqüidade; a língua está situada entre os membros de nosso corpo, e contamina o corpo inteiro e não só põe em chamas toda a carreira da existência humana, como é posta ela mesma em chamas pelo inferno... a língua, porém, nenhum dos homens é capaz de domar; é mal incontido... com ela bendizemos ao Senhor e Pai; também com ela amaldiçoamos os homens...” Ou seja, a língua é fonte de grandes bênçãos, mas, pode também disseminar uma infinidade de males. E para o domínio verdadeiro deste órgão tão pequeno, é preciso uma vida de santidade, dobrada diante do trono do Eterno.

Nesse sentido, a nossa atenção precisa ser desperta para a nossa vida cotidiana, e não permitindo que nossa boca seja instrumento de propagação de intrigas, invejas, fofocas, mentiras e tantos outros males, que entristece o Espírito Santo e destrói nossa comunhão com Ele e com os nossos irmãos.

Precisamos orar como o salmista Davi “Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios.” (Sl 141.3). Devemos então refrear a nossa língua e procurar viver uma vida de santidade com nosso Deus, sendo tardio para falar e pronto para ouvir e obedecer à Palavra de Deus.(Tiago 1. 19)

terça-feira, 7 de setembro de 2010

REFLEXÃO SOBRE O DIA DA INDEPENDÊNCIA



Crônica escrita por Marcio Funghi de Salles Barbosa

Lembro da minha primeira “parada”. Era assim que se chamava o desfile do Dia da Independência. Eu fazia a quarta série do primário e só a partir desta idade, mais ou menos dez anos, era permitido desfilar.

À tarde do dia seis iniciei meus preparativos, engraxando os sapatos pretos, até ficarem brilhando. As meias pretas de 3/4 foram postas esticadas sobre a banqueta do quarto; em cima delas uma calça comprida azul, com vincos perfeitos e num cabide, a camisa branca de manga comprida, com o bordado no bolso, onde se lia “Grupo Escolar Lúcio dos Santos”. Era todo o uniforme.

Dois meses de treinamento de marchas e fanfarra acompanhando, além das professoras inseminando-nos um patriotismo maravilhoso, onde o gesto de desfilar na “parada” era explicado como um tributo à nossa Pátria (em maiúscula mesmo), nosso berço, que deveria ser reverenciada e defendida com a própria vida.

Depois desta primeira “parada”, todos os outros hasteamentos de bandeira que se faziam diariamente no pátio do grupo, passaram a ter um significado tão importante para mim, que me emocionam até hoje.

As nossas professoras, salvo exceções, iam à parada bem vestidas, perfumadas e nos sentíamos envaidecidos de estarmos ali. No palanque oficial, o governador, o prefeito e as demais autoridades, rendiam homenagens a nós e sentíamos como era bom ter funcionários diligentes, como eles.

Hoje, vejo os meninos indo para os “desfiles de 7 de setembro” com o mesmo entusiasmo que íamos à “parada”. Só que aos 14 anos, começam a ter vergonha de participar. Vêem com enfado as festas e muitos não sabem sequer cantar o Hino Nacional inteiro.

Será que o patriotismo não está em declínio, porque temos dirigentes incompetentes? Não será que estamos confundindo Pátria com esses pretensos donos dela? Porque será que eles se apossam ditatorialmente de seus cargos, sem ver que são nossos empregados?

Tenho certeza de que tudo isto ocorre, porque estamos ficando cada dia mais incultos, fechados. Estamos deixando, por omissão, que verdadeiros doentes mentais se candidatem e exerçam o mandato em nosso nome.

No fundo mesmo, o que estou esperando é que no próximo Dia da Independência, é que consigamos refletir sobre estes problemas e nos comprometamos com o patriotismo que ainda nos resta, de forma a buscarmos o melhor para este país, que ainda é dependente em ignorância, sobretudo.
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Marcio Funghi de Salles Barbosa
Publicado no Recanto das Letras em 16/04/2008

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

CHAMA DO PRIMEIRO AMOR


"Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor." Apocalipse 2.4

Sempre que alguém descobre que pode ter um relacionamento real com Deus, esta fase é marcada por grande entusiasmo. Muitas pessoas, porém, começam sua vida cristã com muita alegria e disposição, mas perdem estes sentimentos com o passar do tempo, como se tivessem esfriado.

O Senhor deixa claro em sua Palavra que é possível resgatar este sentimento do início do caminhar com o Pai, pois é importante que tudo o que fizermos em sua obra esteja repleto de paixão [amor ardente, entusiasmo muito vivo] por Ele.

Caso você tenha perdido o primeiro amor, deve lembrar-se de onde caiu e, com o coração arrependido, pedir perdão ao Pai.


Oração: Deus, nunca me deixe perder a alegria e o entusiasmo do primeiro amor por ti. Que eu seja uma serva fiel, integrada na sua obra com alegria e disposição.

Extraído do livro de Devocionais Mulher Vitoriosa 2 de Elizete Malafaia - 18 de agosto

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

ESPERANÇA EM CRISTO


"Mas agora, Senhor, que hei de esperar? Minha esperança está em ti". (Salmo39.7)

Ontem eu vi um episódio de uma série de que gosto muito: Arquivo Morto. E de maneira despretensiosa, comecei a ver, até o que o sono viesse. O episódio era de um psicopata que sequestrava mulheres que eram felizes em suas vidas. Mulheres que tinham alguma razão que lhe desse alegria em viver.

Uma tinha uma tinha acabado de ser mãe. Outra se dedicava a Deus. E outra tinha acabado de ficar noiva. Ele sequestrou cada uma delas e as aprisionava em um local fechado, sem ventilação, sem janelas, de modo que elas perdessem a noção de tempo. A medida que o tempo passava, ele as oprimia psicologicamente até que perdessem a esperança, a razão de viver. Ele tinha prazer nisso: em vê-las desistir da vida. Até que a última, a que tinha ficado noiva, nunca perdia a vontade de viver, nunca perdia a esperança. E isso o desconcertou tremendamente até que foi pego pela polícia. E uma das coisas que a fez não desistir foi uma música de uma igreja ao longe que ela escutava toda vez que o psicopata entrava no esconderijo. Ela sempre ficava ao longo do dia cantarolando essa música. E essa música que manteve sua esperança em viver. Ele não esperava por isso: encontrar uma pessoa com esperança.

E isso me fez refletir que esse psicopata é como o Diabo. Ele quer destruir, minar a esperança que temos em Cristo Jesus. Mas aquele que crê em Deus, ainda que passe pelo vale da morte, não teme mal algum porque temos a confiança de que Cristo estará sempre conosco até o final do séculos. Precisamos dizer a todo instante: A minha porção é o Senhor; portanto, nele porei a minha esperança. O Senhor é bom para com aqueles cuja esperança está nele, para com aqueles que o buscam; é bom esperar tranquilizo pela salvação do Senhor(Lamentações 3.26)

Texto escrito por Luciana Veríssimo
Em 16/08/2010

sábado, 5 de junho de 2010

INFLUÊNCIAS POSITIVAS


¨E levando cativo todo pensamento à obediência de Deus.¨ (II Coríntios 10.5b)

É o pensamento que determina as nossas ações. Primeiro, pensamos, desejamos e, depois, agimos. Procure estar cercada de pessoas corretas, leia bons livros, escute apenas músicas edificantes e busque entretenimentos sadios.

Nunca entre num lugar que Jesus não frequentaria. Jamais veja uma cena que Cristo não assistiria se estivesse em seu lugar.

Nossos pensamentos devem ser sobre a verdade, a honestidade, a justiça,a pureza, o amor, a sensatez, o louvor e a virtude (Filipenses 4 v.8). Tenha influências positivas, para que sua mente seja moldada de maneira que o Todo Poderoso aprove.


Oração:
Pai, santifica a minha mente, afastando-a de todas as influências nocivas que ela possa recerber.


Extraído do livro de devocionais ¨Mulher Vitoriosa 2¨ de Elizete Malafaia - 02 de junho

APARÊNCIA OU EVIDÊNCIA?



¨Pois que sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda imundícia.¨ Mateus 23.27

Os fariseus eram religiosos, mas não tinham comunhão como o Deus verdadeiro. Eram pessoas que aparentavam grande piedade, mas interiormente não eram em nada santos. Por causa disso, Jesus os chamou de sepulcros caiados. A cal deixa as sepulturas bonitas por fora, mas sabemos que elas estão cheias de ossos e carne deteriorada por dentro.


Apenas aparência de santidade não salva. Devemos fugri da hipocrisia, vivendo os valores do Reino de Deus. Não podemos ter somente a aparência de cristãos. Devemos ter a evidência do Espírito Santo em nós e da vida eterna.

Oração:
Deus Bendito, que eu não me preocupe em aparentar santidade, e sim em ter um coração reto diante de ti.

Extraído do livro de Devocionais ¨Mulher Vitoriosa 2¨ de Elizete Malafaia - 01 de junho

DEUS DA MULTIPLICAÇÃO


¨Está aqui um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas que é isso para tantos?
(João 6.9)


Jesus estava diante de uma multidão que precisava alimentar-se, mas não havia comida para todos. Então um menino apareceu, ofertou o que possuía e pôde ver o milagre da multiplicação de seu pequeno lanche.

Assim como aquele menino, que ofereceu o seu pouco a Deus, nós também podemos ter uma atitude idêntica. Mesmo que as circunstâncias sejam desfavoráveis, ainda que os recursos sejam poucos, devemos ter em mente que o pouco com Cristo é muito.

Experimente confiar no Salvador quando tudo em volta indica que não há menor chance de as coisas darem certo. O Messias continua multiplicando e transformando o pouco que entregarmos em suas mãos.

Oração: Senhor, não me deixe esquecer que Tu és o Deus multiplicador, que faz maravilhas onde não há soluções visíveis.

Extraído do livro de devocionais ¨Mulher Vitoriosa 2¨ de Elizete Malafaia - 31 de maio